O líder do prefeito, vereador médico Heine Macieira, cunhou um frase que usa muito quando alguém ousa discordar da “administração perfeita”, segundo ele, dos seus senhores, os Barros. Diz Macieira: “É ignorância ou ma-fé, ou é burrice ou má-fé”. Na mesma linha, alguém poderia dizer sobre os projetos polêmicos, como o que concede 35 anos para uma empresa queimar o lixo de a um alto custo, por conta contribuinte local e em regime de urgência. Urgência ou má-fé? E depois o líder tenta justificar ofendendo a tudo e a todos?
Alguns poderiam dizer que de fato foi burrice, de chucrice (se é que existe o termo) de sentido de burro chucro, aquele que dá coices em todos. Flávio Vicente havia dito que votaria a favor e mesmo assim foi ofendido, como se fosse um deficiente mental, um incapaz. Como disse Romário, falando de Pelé: ‘calado é poeta’.
Akino Maringá, colaborador