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Qual o crime cometido?

O teor da notícia crime contra o secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, Ricardo Barros (PP), que leva o número 863549-8, ainda é um mistério. Nem Barros, presidente do PP paranaense, tem conhecimento de detalhes. É que o processo não se encontra no Tribunal de Justiça do Paraná por esses dias, e só deve retornar ao Órgão Especial do TJ-PR no final da primeira semana de janeiro de 2012; atualmente ele está nas mãos do Ministério Público.

O segredo em torno da denúncia criminal contra o irmão mais novo faz gerar uma série de especulações. O que seria? Sabe-se que tem degravação de conversa telefônica entre o capo e o secretário de Saneamento Básico, Leopoldo Floriano Fiewski, o mais influente assessor do irmão mais velho. Fiewski já foi assessor especial e chefe de Gabinete do prefeito e deve em breve acumular o Saneamento Básico (que cuida da questão milionária do lixo) com a Fazenda – ou seja, sabe tudo. O teor da gravação talvez possa explicar muitas das conversas que correm nos bastidores da política maringaense.

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