Pós-modernidade conectada

Luli Radfahrer, professor de Comunicação Digital da USP publicou, hoje, na Folha.com uma interessante crônica na qual defende a tese de que a sociedade está numa fase de adolescência, repleta de inovações tecnológicas, cujas crianças e jovens foram alfabetizados à base de Aplicativos, Bluetooth e Compartilhamento Digital, são incapazes de imaginar o mundo desconectado e com dificuldade em diferenciar Deus do Google. Declara o fim de tudo que é absoluto e a glória do que é relativo; o fim dos originais, trocados que foram pelos pastiches; o fim do coletivo e a ativação do egocentrismo insolente. Afirma que a identidade se tornou maleável, se adaptando a cada ocasião. Declara também que hoje Direita e Esquerda fazem parte de um Centrão insosso e desinteressante. O texto completo está aqui.
Ivana Veraldo