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Hossokawa poderia se consagrar

Li no blog do Lauro Barbosa e reproduzo: “É inegável e temos que reconhecer, que a gestão de Mário Hossokawa, na Câmara Municipal de Maringá, tem sido exemplar com relação a economia de gastos. Para se ter uma ideia, nos exercícios de 2009 e 2010, gastou-se menos que em 2006, cujo montante foi da ordem de R$ 9.657,659,70 (em 2009, R$ 9.412,352,05 e em 2010, R$ 9.611,318,64). Já em 2011, observou-se uma certa elevação (R$ 10.820.000), porém, plenamente justificada por alguns fatores inadiáveis: inflação de 6,4% sobre a folha de pagamento, que resultou no acréscimo de R$ 500.000,00; aprovação do Plano de Cargos e Salários, acréscimo de R$ 290.000,00; despesa com pagamento e recisão de funcionários comissionados em atendimento ao princípio da proporcionalidade, mais R$ 480.000,00; instalação e susbstituição do sistema de ar condicionado no plenário e no saguão, mais R$ 75.400,00; aquisição de equipamentos para a TV Câmara, outros R$ 16.944,00 e pintura geral e reforma do telhado, mais R$ 70.050,00. Portanto, no aspecto, ‘economia de gastos’, a gestão Hossokawa, é modelo. Faz direitinho a lição de casa.”

Meu comentário (Akino): Se comparada com as últimas gestões John, a de Hossokawa é extraordinária e muito pode ser creditado ao MP.O primeiro não tinha medo, e como se diz “f* por f*, truco”, achava que tinha pouco a perder e confiava cegamente no mestre Ricardo. Já Hossokawa quer se preservar de processos e por esta razão respeita o MP (dr. Cruz). Poderia se consagrar, não fosse a ‘pisada no tomate’, em relação à forma como comandou a aprovação dos supersalários, o aumento da verba de gabinete e dos salários de assessores, além da manutenção de uns cargos desnecessários de diretores. Tem passado por mentiroso, pelo menos é o que podemos entender das palavras do 1º secretário, que pelo menos em duas oportunidades contestou suas afirmações sobre o assunto, a última escancaradamente, pela CBN.

Akino Maringá, colaborador

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