Os religiosos consideram a preguiça um dos sete pecados capitais. Os capitalistas, que exaltam o trabalho, associam a preguiça ao fracasso. Mas, devemos lembrar que historicamente o homem sempre lutou para diminuir o esforço necessário para realizar suas ações. Podemos considerar, então, que as invenções resultam da “preguiça aplicada”. Sob esse ângulo, a preguiça tem seu lado bom, podendo levar ao progresso. Devíamos nos ocupar em criticar a preguiça cultural, social e política daqueles que estão à frente do poder e pouco fazem pela humanização.
Ivana Veraldo