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Que raio de código é esse?


Há muito tempo, cabreiro, imagino como pode ser, o poder público conceder “habite-se” para lojas e salas de obras em execução. O raciocínio mais simplista demonstra que na melhor das hipóteses, existe um perigo enorme de materiais caírem sobre a cabeça dos usuários do prédio. Viajando recentemente para Recife, indaguei de engenheiros e arquitetos se esse expediente era usual na capital pernambucana. Todos ficaram perplexos quando disse que em Maringá isso chega a ser uma prática comum. Além do fator segurança, qualquer pessoa que investir em prédios residenciais ” já concluídos” que tenham lojas em seus térreos, sofrerão enorme desvalorização do imóvel. Imóvel residencial é para moradia e nunca para comércio.
Outra coisa. Uma lei municipal – que se cumpre à risca, obriga a todas as empresas construtoras a colocar na entrada dos prédios, esculturas de arte de artistas locais, o que torna o ambiente requintado e valoriza o trabalho artesanal. Seria aconselhável nossos nobres edis fazerem uma visitinha a URB – Urbanização do Recife. Quem sabe assim as coisas se encaixem na normalidade.
Texto e fotos: Edmundo Albuquerque

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