Estou em ritmo de começo de ano, ainda não peguei no tranco, mas tenho acompanhado com atenção as últimas da política maringaense. Para mim não havia dúvidas, o candidato do grupo, palavra de em Maringá, significa Ricardo Barros, seria Pupin, depois que Deus, ao que parece, autorizou a renúncia do Sílvio II. Agora a informação ‘do grupo’, de que o candidato não está defiinido, é surpreendente. Será que Enio Verri prefere outro que não seja Pupin? Eu ainda aposto em Ulisses Maia. Pupin, se já encontrava resistência de dona Luíza, depois da reunião? Mas a bem da verdade, como diria o prefeito, só Deus sabe.
Akino Maringá, colaborador