Mudanças são imprescindíveis

A postagem sobre a falta de carisma dos candidatos mais ‘ bem colocados’ rendeu bons comentários aqui no blog e nas ruas, pelo que pude perceber. O Pinga Fogo levou até o comentarista político, Verdelírio Barbosa, em seu programa e o ‘ Verde’, sem nos citar, tocou no assunto dizendo que não é preciso ter cara bonita e sorrir para todo mundo para ser um bom prefeito. Concordo que ter carisma não é fundamental para ser eleito e e bom administrador. Se assim fosse Dilma não seria presidente e com avaliação popular superior a Lula.
O problema maior, em Maringá, é que, como disse, também, o Verde, qualquer dos candidatos postos que for eleito haverá continuidade da situação atual, com Ricardo Barros, um ‘grande vendedor’, nas palavras do comentarista, dando as cartas. Pupin é sua cria. Dr, Batista, que na eleição passada aceitou ser laranja, segundo dizem, está comprometido totalmente com o esquema Barros. Quinteiro que parecia ser independente, na última eleição para deputado se aliou. Edmar Arruda tem ligações históricas. Sobraria Enio Verri, que ainda não nos convenceu que fará uma administração independente de Ricardo Barros.
Como diria o Fuji, que cunhou a a expressão “Mudanças são imprescindíveis”, a única possibilidade que enxergamos seria com Humberto Henrique, a não ser que o eleito faça como Dilma, que pouco a pouco, muito sutilmente, com muito cuidado para não magoar o ‘ criador’, vai se livrando das amarras que lhe permitiram a eleição. Mas pode acontecer uma zebra, como foi com José Cláudio e algum candidato diferente surgir para mudar. “Eu só acredito porque estou em Maringá”. Impressionante o que faz a propaganda e o dinheiro gasto na mesma.
Akino Maringá, colaborador