Para começar o ano na UEM
O início do ano letivo na Universidade Estadual de Maringá, nesta segunda-feira, foi antecedido de três más notícias tornadas públicas à comunidade universitária pelo reitor Julio Prates Santiago. São elas: não tem aumento, prometido formalmente pelo governo Beto Richa em novembro passado; o valor destinado ao custeio caiu de R$ 8 milhões para R$ 1 milhão, com o consequente corte de bolsas; e, esta talvez a mais doída notícia na UEM pós-autonomia, é que a folha de pagamento passará a ser feita por algum burocrata de Curitiba e não mais por aqui.
“Não é o fim do poço, mas que estamos perto, estamos”, resumiu um docente.
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