Silvio II, de novo na contramão

Está na Folha de S. Paulo de hoje: Tim Banfield, diretor do National Audit Office (o “TCU do Reino Unido”), está no Brasil para encontros com organizações do setor público e executivos do setor privado. Ontem, o executivo revelou que o Reino Unido também discute quando usar as PPPs. Lá, o debate mais importante é o limite das parcerias, devido à piora da situação fiscal dos governos europeus. “Uma PPP dura 30 anos. Significa que o governo compromete parte do orçamento por um longo período. Portanto, é importante pensar se uma parceria assim é viável”, afirma Banfield.
Ao Brasil sugere: critério ao escolher projetos, detalhamento das cláusulas do contrato, postura de aliança e não de confronto com o parceiro e previsibilidade ao elaborar orçamentos para longos prazos. A dica vem na hora que o prefeito de Maringá faz de tudo para instalar uma usina de incineração de lixo por 30 anos na cidade – ou seja, vai na contramão do que está acontecendo na Europa, para onde tanto viajou em seu mandato.