Há “demóstenes” em Maringáw

Foi para mim uma das maiores decepções saber que o senador é o que é. Antes das revelações do caso Cachoeira, o tinha como um dos poucos políticos confiáveis, um baluarte do combate à corrupção. O cara é um artista, representou bem o seu papel, e a reprodução da conversas dele com Cachoeira, preocupado com as revelações de Luiz Antonio Pagot, quando deixou o Dnit e foi convocado a prestar esclarecimento, bem como a reprise de sua fala (pela Globo) quando entrevistado após o depoimento de Pagot, dizendo: ‘pagô o fogo, o fogo pagô’, demonstram ser um farsante.
Por falar em farsante, palavra de que podemos substituir por ‘demóstenes’, que quem diga que há um famoso em Maringá. Muitos ainda se decepcionaram com ele, eu não mais. Se não aqui, lá, no cara a cara com o Soberano Senhor, a máscara vai cair. O que acha, Fuji?
Akino Maringá, colaborador