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“Síndrome demóstenes”

Confesso que ainda estou abalado, meio desequilibrado depois que descobri que Demóstenes Torres nos enganava vergonhosamente. Se apresentava como paladino da moralidade e no fundo era uma cachoeira de improbidade. Estou muito desconfiado da conduta dos vereadores Manoel Sobrinho de Paulo Soni. Na última sessão Soni estava muito carinhoso com o sogro. O apresentou, fez revelações íntimas, até, sobre o parentesco de ambos, que não nos cabe aqui reproduzir. Manoel, por seu turmo, disse que pretendia fazer uma emenda fixado os subsídios em R$ 3.000,00, mas a pedido do genro decidiu apoiar a dele. Muito estranho. Em diversas oportunidades o genro não ouviu o sogro. Soni sempre foi da turma do amém. Teve todas as chances de se consagrar como autor da emenda, quando era presidente da CFO, e sempre , segundo dizem, obedeceu ao presidente e não apresentou o projeto. Agora, todo bonzinho, vem com uma emenda propondo a manutenção do salário atual e convence o sogro a seguí-lo. No vereador Manoel Sobrinho sempre acreditei que seja ético, honesto, mas uma dúvida me atormenta desde quinta feira. Não, não pode ser. Deve ser sindrome demóstenes. Ele não pode ser tão dissimulado a ponto de nos enganar. Prefiro pensar como o Messias Mendes e continuar acreditando na honestidade e conduta ética do dr. Manoel (vou até chamá-lo de dotô).
Akino Maringá, colaborador

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