O número de porquinhos diminuiu, mas o poder é o mesmo
Quando Silvio Barros II estava à frente da Prefeitura de Maringá, no rodízio maluco montado pelo irmão mais novo, ficaram famosos os três porquinhos. Dos três, hoje, só sobra um – Leopoldo Floriano Fiewski, ex-funcionário de SB II e ex-secretário municipal de Cascavel, que veio para Maringá e conseguiu, no governo Beto Richa, um CC para a mulher, que trabalha na Secretaria de Estado da Saúde. Vagner Mussio e José Luiz Bovo não estão mais na prefeitura, nos 100 dias de mandato tampão de Carlos Roberto Pupin, mas o número de secretarias e de poder propriamente dito está mantido: continuam três secretarias nas mãos de um só “porquinho”.
Na administração pública, quem tem a chave do cofre tem o máximo de poder.
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