Um dia depois de assumir a Prefeitura de Maringá por 100 dias, o prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin (PP) cumpriu, com dinheiro público, sua parte no acordo que o capo Ricardo Barros fez com Umberto Crispim e nomeou uma leva de peemedebistas em cargos comissionados na administração – recentemente liberada para nomear cabos eleitorais e fazer acertos de campanha a partir de uma decisão do TJ-PR, que havia revogado a exoneração de 158 cargos irregulares, utilizados politicamente.
Do acordo também faz parte o lançamento de uma pré-candidatura laranja a prefeito de Maringá pelo PMDB, para evitar que o tempo de televisão do partido caia nas mãos de adversários (vai que um deles trata o dinheiro público com parcimônia!). O médico Durval Francisco dos Santos Filho decidiu se prestar a esse papel, tornando-se o primeira laranja medicinal da história política local.