Com esta manchete O Diário, edição de domingo, trouxe interessante matéria de Murilo Gatti, falando das 15 vagas de vereadores, para Maringá, a serem preenchidas em outubro deste ano, observadas as seguintes condições: Pré requisitos: Ser alfabetizado (basta saber ler e escrever, nem é preciso ter concluindo o ensino fundamental); ser filiado a um partido político ( de preferência de um dos condomínios, o maior é o Barros); ter votos; não ter condenação, no casos explicitados na Lei da Ficha Limpa; expediente obrigatório terças e quintas das 16 às 18 horas, sujeito a ter que chegar, algumas vezes, um pouco antes e outras ficar até um pouco mais das 18h; salário de R$ 12.025,00, mais R$ 16.900,00, para contratar 4 assessores da sua livre escolha (para esses há exigência de terem pelo menos o ensino fundamental, com salários de R$ 5.586,80, R$ 4.516,28 e R$ 3.412,30).
Mas há outras vagas. Analisando o quadro de servidores efetivos da Câmara notamos que há 22 vagas. O quadro é de 90, mas só estão nomeados 68, o mesmo número de comissionados. Por que este quadro não é reduzindo com a extinção de cargos? Há verdadeiros absurdos: O quadro de advogados é de 3 existe 2 nomeados e mais o procurador. Não comporta. Não há serviço para todos. São dois analistas programadores. Não há o que fazer nesta função. Duas vagas de operador de computador, um nomeado e uma vaga. Digam que tipo de trabalho executa. Um tesoureiro. Nove zeladores, dos quais 7 cargos estão preenchidos. O maior absurdo é o caso de Assessor Legislativo, cargos que, se preenchidos, poderiam levar à dispensa de muitos outros comissionados. São 9 vagas, mas só duas estão preenchidas.
Akino Maringá, colaborador