Leitor faz o seguinte comentário a propósito do nosso pedido de desculpas ao dr. Manoel: “Não me penitencio… Acho sim que foi um equívoco e o dr. Manoel precisaria se desculpar. Senão vejamos:– E se, quando Hossokawa foi conversar com a a$$im (uma espécie de “indicadora” de suas atitudes), a entidade tivesse ficado do lado dos do Amém?– E se a OAB (muiiito tardiamente e só Deus sabe quais os interesses a não ser o de “aparecer” depois que todos já deram seus pareceres) não tivesse se manifestado?– E se a Igreja Católica também não tivesse mandado seu recado através do Conselho de Leigos?– E se os verdadeiros organizadores contraos $uper$alário$ (aqueles que o Heine tanto chamou de meia dúzia de gatos pingados e baderneiros) não tivessem continuado na luta pela revogação dos R$ 12.024,45, através das redes sociais e do acompanhamento em todas as sessões da câmara, com o oferecimento de pizzas cobrando a votação do resultado da Audiência Pública feita e aceita pela Comissão de Finanças e Orçamento com o projeto de R$ 8 mil?- E se os vereadores não tivessem voltado atrás? Os subsídios, que é isso que tem que ser, pois vereadores devem continuar com os seus afazeres e suas profissões continuariam com os $uper$alário$ de R$ 12.024, 45 e um abraço pro gaiteiro, né não, dr. Manoel?”.
Meu comentário: Caro leitor, para ser sincero, concordo plenamente com você. Na verdade fiz a postagem, mais em respeito à história do dr. Manoel. Acho que ele teve mais sorte do que juízo. Sorte da turma do amém, por seus cabeças (John, Hossokawa e Heine) ficar com ciúmes de Humberto e resolver fazer uma jogadinha, com aparente economia para os cofres públicos, mas que em realidade representa aumento de despesas, com a não redução dos salários de secretários, prefeito e vice. Outra coisa, dr. Manoel disse que era R$ 6,6 mil ( mais uns quebrados) e nada mais, acabou votando R$ 6,9 mil. Portanto, merece aplausos, mas nem tanto.
Akino Maringá, colaborador