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Por que eles querem ser prefeito?

Tenho refletindo muito sobre esta questão: Por que alguns querem ser prefeito de Maringá, a todo custo? Pelo bom salário, não é. Pupin é um empresario bem sucedido, Enio Verri, como deputado, ganha mais e tem menos responsabilidade, dr. Batista idem. Seria por vaidade? Orgulho de ser a maior autoridade do município? A possibilidade de voos mais altos?
Entendo que a motivação para ser prefeito, para quem é honesto, ético, com princípios cristãos baseados em na frase ‘amar ao próximo com a si mesmo’, deveria ser o de fazer o bem, mais para os outros do que para si. Não poderia ser movida por orgulho, vaidade, egoismo, que tanto mal fazem aos seres humanos. Mais que uma imposição pessoal, a candidatura deveria ser o atendimento ao chamamento do partido, dos filiados, dos eleitores. Carisma, ‘palatividade eleitoral’, deveriam ser condições primordiais. Alguem precisa dizer que alguns dos postulantes têm muitas dificuldades pessoais que impedem a aceitação do eleitorado.
Ser prefeito significa ser nomeado, escolhido,dentre todos os ‘donos da grande empresa chamada município’ para gerí-la,. Esta pessoa precisa pensar no bem de todos os ‘proprietários’, com humildade, e sobretudo com honestidade. Qual empresario aceitaria um improbo gerindo sua empresa? Escolheria alguém orgulhoso, vaidoso, egoísta, que visasse apenas os seu crescimento pessoal e de seu grupo?
Deixo a questão para reflexão dos postulantes. Seriam capazes de abrir mão da postulação, em benefício do coletivo? Se a resposta for não, os senhores não servem para assumir a condição de administradores do dinheiro do contribuinte maringaense, cerca de R$ 3,2 bilhões que em quatros anos terão sob a responsabilidade.
Sem querer ser moralista religioso, lembrem de que nada vale ganhar o mundo e perder a alma. E como disse o atual prefeito licenciado (em exercício de campanha): ‘Antes de prestar contas ao TCE-PR, o prefeito de Maringá terá que prestar contas a Deus’. Não gostaria que alguém fosse para inferno, mas aprendi que fazer da vida dos contribuintes um inferno, dá passaporte para um lugar nada agradável, segundo dizem.
Akino Maringá, colaborador

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