Partido teria recebido 40 mil dólares para entrar na coligação de Barros

Por esta reportagem de quase meia página da página 4 da Folha de Londrina, em 21 de maio de 1992, dá para ter uma ideia do trabalho que deu ao capo Ricardo Barros montar uma coligação com 12 partidos para apoiar seu candidato a prefeito de Maringá nas eleições deste ano. No último ano de sua administração como prefeito, ele foi acusado de comprar o apoio do PRN (o partido do então presidente Fernando Collor de Mello) por US$ 40 mil (cerca de R$ 81 mil). O acordo com o PRN incluiu a nomeação de funcionários fantasmas – isso lembra a aquisição do PMDB neste ano, que incluiu a contratação de 18 cargos comissionados? O presidente do PRN era o odontólogo Ricardo Benedito de Oliveira, mas a sigla chegou a ser presidida por Carlos Roberto Pupin. Oliveira contou que recebeu a proposta de US$ 40 mil de Ricardo Barros numa gravação feita por Miguel Grill0 (hoje secretário de Meio Ambiente) e pelo ex-vereador e advogado Eli Diniz. A reportagem pode ser lida aqui.
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