Esta é a situação do eleitor maringaense. Se errar, ao votar poderá, continuar sendo um ‘tufão’ (aquele da novela), traído, enganado na sua própria casa. Na frente lhe tratam bem, por trás o xingam de corno, bobão, idiota. O que tem de ‘carminhas’, ‘max’, ‘nilos’ e outros vilões fazendo isso é uma grandeza. Portanto o eleitor não tem 4% de margem de erro, como as pesquisas, pelo menos tocante a em quem não votar.
Akino Maringá, colaborador