A Prefeitura de Maringá, que na administração Barros/Pupin chegou a criar mais de 500 cargos comissionados (houve reação e nem todos foram preenchidos), fechou julho com 239 CCs ocupados. A julgar pela promessa de emprego para os cabos eleitorais e “voluntários” dos doze partidos envolvidos na coligação “A mudança continua”, a chapa da situação não terá outra saída, em caso de vitória, a não ser pelo menos dobrar o número de CCs, gerando mais despesas para os cofres públicos. Só de candidatos a vereador que ficarão de fora do Legislativo serão perto de 165, sem contar o pessoal que está começando e os que já se encontram ocupando as vagas. Em todos os partidos que compõem a coligação a conversa é a mesma: se quiser garantir um cargo, se Pupin ganhar, tem que adesivar e bandeirar.