Finalizada a etapa das candidaturas a prefeito de Maringá, com a previsível saída de Carlos Roberto Pupin (PP) da parada, ficará a dúvida: o grande estrategista da política maringaense (junto com o Crispim, claro), o gênio Ricardo Barros, não sabia que desde 2008 existia uma jurisprudência que impedia que Pupin fosse candidato nestas condições? Ou sabia?