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A verdade sobre o aumento da tarifa 2

Completando postagem anterior o Messias Mendes faz o seguinte comentário: “No final da gestão do PT, durante o período de transição, Silvio insistiu algumas vezes para que o então prefeito João Ivo Caleffi concedesse o aumento que a TCCC estava solicitando. Ante a resistência, Silvio botou pressão, insistindo que as tarifas estavam defasadas e que ele não poderia atualizá-las quando assumisse, já que prometera na campanha baixar a passagem. Lembro como se fosse hoje que João Ivo respondeu ao prefeito eleito numa conversa reservada no gabinete: “Mas espera aí Silvio, como é que você quer que eu aumente a passagem para você baixar em seguida? Ao assumir faça você a correção que acha que deve ser feita nas tarifa”.
A partir dali, um diretor da empresa vivia subindo as escada do Paço Municipal que dava acesso ao gabinete do prefeito. Foi várias vezes pedir para o prefeito aumentar a passagem. Não foi atendido, porque João Ivo entendia que Silvio queria usar a mão dele, João Ivo, para dar um tapa na cara do povo. E, ao assumir, reduziria o preço, ficando como mocinho e batendo na testa de Caleffi o carimbo de vilão. Isso é fato. Não tenho autorização do João Ivo para contar essa história, mas sei que ele, decente e digno como sempre foi, não desmentiria.
Lembro a propósito do discurso do candidato Pupin, de que vai integrar Sarandi e Paiçandiu ao “passe fácil”, que quando a integração foi proposta pelo Governo do Estado, Silvio Barros se recusou. Ele não entendeu, ou não quis entender, que a integração beneficiaria principalmente as famílias de classe média, média alta de Maringá, que panca a maior parte do vale transporte de suas empregadas domésticas, quase todas elas de Sarandi ou Paiçandu.
Akino Maringá, colaborador

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