Opinião imparcial

Li no blog do Linjardi e reproduzo: “Empurrado na popularidade de Silvio Barros, Carlos RobertoPupin (PP) é o prefeito eleito de Maringá. Ele teve 104.482 votos (53% dos votos válidos). Já Enio Verri (PT) recebeu 92.646 votos (47% do total). A diferença entre os dois candidatos foi de 14 mil votos no primeiro turno. Desta vez, distribuídos os eleitores dos candidatos derrotados no primeiro turno, diminuiu um pouco, 11 mil. Ainda assim, não é pouco pelo tamanho da cidade. O PT não conseguiu convencer a maioria do eleitorado de que seria uma opção melhor do que o atual governo que aí está. Os 53% de votos válidos optaram em manter o time de administradores. Mas fica o alerta de que quase do eleitorado, 47%, se colocou a favor da mudança. Já Pupin conseguiu conquistar a confiança da maioria, que preferiu o atual modo de governo a dar a chance para Enio.
A eleição ainda com uma emoção a mais para os dois candidatos: o julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O que sair do TSE pode significar uma segunda festa da vitória para Pupin, como uma reviravolta sem precedentes na política local”.
Meu comentário: Não diria que o empurrado pela popularidade de Silvio II, mas sim pelo trabalho de marketing muito bem feito por Ricardo Barros e equipe, que vendem a ideia de uma administração competente. Além de um preconceito bobo contra o PT, que vem de longa data e só foi quebrado com a descoberta da roubalheira de Paolicchi, e porque o candidato adversário era fraquinho, na época. Quanto a emoção que ainda está reservada, concordo plenamente. Dá para imaginar como ficará ‘a cara’ desses caras, se o TSE confirmar a impugnação do registro da candidatura? Desculpem as expressões chulas, mas o que tem de neguinho com o * na mão, é brincadeira. Será o mesmo que um time ser campeão e perder o título porque tinha um jogador com inscrição irregular.
Akino Maringá, colaborador