Constrangedor e sem segurança

Leitora reclama que esteve numa agência da Caixa Econômica Federal esta semana, em Maringá, e enfrentou uma fila razoável para pegar a senha. “A atendente que não tem nada a ver com isso, só faz o que lhe mandam, fazia um questionário para todo mundo que tinha de pegar a senha: pra que era a senha, pra onde iria a pessoa, o que iria fazer…e ainda escreve no papel da senha. Sendo assim, todos em volta ouve e sabe o que você vai fazer dentro do banco. Quando chegou minha vez, ela perguntou pra que eu queria a senha, eu respondi: “Vou ao caixa”. Ela perguntou: “Fazer o quê?”. Eu respondi baixo: “Trocar um cheque!”. Ela perguntou novamente pra confirmar
só que bem alto devido às conversas paralelas a volta dela: “Trocar um cheque?”. Eu toda tímida respondi baixo novamente: “Sim, trocar um cheque”. Se for pra todo mundo saber o que vou fazer dentro do banco, pra que servem as divisórias?