A privatização (ou terceirização, como preferem alguns) do Parque do Ingá, além de remeter à incompetência da administração municipal de Maringá, faz até questionar a utilidade da Secretaria de Assistência Social e Cidadania. Ela sucedeu a Fundação de Desenvolvimento Social de Maringá, que por sua vez sucedeu o Serviço de Obras Sociais, o SOS – este, o precursor da exploração dos pedalinhos e lanchonete do parque e, ainda, do estacionamento de veículos em dias de jogos no Estádio Willie Davids, nos longínquos tempos em que a cidade tinha futebol (usavam uma corda para delimitar o estacionamento).
No ano passado, quando o titular da secretaria era Ulisses Maia, uma proposta de tomar conta dos serviços, através de entidade social, chegou a ser divulgada, mas não “virou”.