Sobre banheiros públicos & competência
Do leitor:
Dispensem a análise sobre as acusações comprovadas de desvio do dinheiro público em licitações, nos “por fora” em obras e compras, etc. Analisem apenas, maringaenses, o que pensar de uma administração que não tem competência para gerenciar o uso de banheiros públicos (no caso do Parque Ingá), transferindo-os à iniciativa privada, que passará a cobrar pelo seu uso. Seria falta de competência administrativa da atual gestão Barros (Ricardo, prefeito de fato; Silvio, prefeito de direito) ou a razão principal é porque não rola dinheiro na administração do Parque Ingá, área pertencente ao município? Na dúvida, tanto uma coisa quanto outra. Ou como explicar por que o Parque Ingá ficou mais de dois anos fechado para visitação pública? E o que dizer sobre o fim do zoológico, cujos animais (muitos morreram por inanição) foram trocados por animais de concreto? Mais fácil, né? Animais de concreto não precisam ser alimentados e nem merecem atenção veterinária.
Da concessão de quiosques, pedalinhos, bar e banheiros para a instituição de cobrança para visitação ao Parque Ingá, poderá ser um pequeno passo. Enquanto isto, em protesto (ou para não pagar por um bem que não pode ser cobrado), muitos visitantes vão esvaziar a bexiga ao ar livre, deixando o ambiente fétido. Isto quando não optarem pela alternativa B para não ficarem enfezados (não acumularem fezes que precisam ser expelidas). Afinal, moitas e matos não faltam naquilo que já foi o principal santuário ambiental de Maringá.
Os transgressores que optarem pela alternativa B no interior do parque Ingá terão um forte argumento: o que é uma c… (na forma diminutiva) em comparação às c… (na forma aumentativa) produzidas em todas as áreas da gestão (nada exemplar) Barros e que provocam enormes sangrias nas finanças do município?
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