“Capitalização” de um lado, interiorização de outro

Recebi e-mail da assessoria de imprensa do parlamentar: “O líder da bancada de oposição, deputado estadual Tadeu Veneri (PT), criticou nesta segunda-feira, 17, a remessa de última hora à Assembleia Legislativa de um projeto criando os escritórios regionais de governo. A mensagem, lida em plenário no final da sessão, prevê a instalação de 22 escritórios regionais do governo e cria oitenta e nove cargos em comissão para as novas estruturas. O governo quer criar um cargo de coordenador geral, 22 cargos de coordenador de escritório regional e 66 cargos de assistentes. “O que chama a atenção é o governo mandar um projeto desta importância sem dar à Assembleia Legislativa o tempo necessário para o debate”, afirmou o deputado, citando que o governo não encaminhou o impacto financeiro da criação da nova estrutura. “Não sabemos qual será a despesa e não teremos tempo de debater os benefícios dessa mudança. Nós temos vários questionamentos a fazer. Queremos saber, por exemplo, qual a razão para criar cargos comissionados quando o governo já tem funcionários em cada região do estado”, comentou.”
Meu comentário: Enquanto a administração Pupin/Barros tenta a capitalização dos serviços (entenda no sentido que quiser), abrindo escritórios em Curitiba e Brasília, a de Beto Richa faz o sentindo inverso, criando 22 escritórios regionais. Que tal encontrarem no meio do estado? Richa viria até Pitanga e Ricardo iria até lá. Ficaria mais barato. Brincadeira, governador. O senhor quer mesmo é fazer campanha, para reeleição, mais tranquilamente, e nada melhor que 22 comitês eleitorais pagos com dinheiro público. ‘Capitalização’ dos dois lados e nós, os contribuintes, pagamos.
Akino Maringá, colaborador