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Futuro secretário tenta levantar o moral para a tropa

Concluindo a análise da coluna de Milton Ravagnani, na edição de hoje de o Diário, vejam como ele a encerrou: “Não bastassem estes fundamentos, há a questão processual. Diplomado, Pupin está apto a tomar posse no próximo dia primeiro. No gozo da posse, mesmo que o imponderável ocorra e uma decisão desfavorável – muito pouco provável – surja, ele tem o direito de se defender, recorrendo, primeiro, na própria Corte e, posteriormente, no Supremo Tribunal Federal (STF). E, além de já haver no Supremo jurisprudência favorável a Pupin, uma sentença definitiva em casos semelhantes no STF não tem sido alcançada em tempo de um mandato de quatro anos. O mandato acaba e o julgamento não. Pupin, a partir de primeiro de janeiro, governará, independentemente dos rangeres de dentes e das azias dos fanáticos. Quem abraçou o jacaré pensando que fosse tronco, se deu mal.”
Meu comentário (Akino) : Só pode ser uma tentativa de dar moral para tropa que vai assumir dia 1º. A verdade é que uma vez cassado o diploma, Pupin terá que se afastar do cargo. Sem o diploma ele não pode exercer o cargo de prefeito, assim como um advogado, médico, num exemplo grosseiro. Há um caso recente que retrata bem o que vai acontecer. Em 2005 Ari Stroher assumiu o cargo de prefeito em Mandaguari e ficou só até 29 de março daquele ano, cedendo o lugar para Cileninho. Portanto, que abraçar o jacaré pensando que a opinião do Milton está correta, pode ser dar mal. Entendo a posição do futuro secretário em querer levantar a moral da tropa (Crispim, John, Pupin e cia). Está fazendo o seu papel e defendendo a própria boquinha de secretário.
Quanto a Ricardo Barros, penso que talvez esteja fazendo todos de otários. Ele sabe que o mandato vai durar pouco, armou todo este circo para agradar todo mundo e pagar os compromissos (apoios comprados, principalmente do PMDB, Quinteiro, Alberto, Iraclésia, e outros menos votados), com isso fica bem com os tolos e depois joga a culpa no tapetão, na justiça etc. Para mim é coisa de profissional. Tanto é assim que nem se preocupou em manter Edith Dias, por exemplo. Sabe um cara capaz de tudo? Inteligente, trabalhador, que pensa em tudo? Este cara é…
Akino Maringá, colaborador

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