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Só pode ser gozação

Na mensagem do Executivo encaminhando o projeto de lei com a nova estrutura de administrativa para a administração Barros/Pupin, enviada a Câmara, consta o seguinte parágrafo: “A nova disposição visa a otimização, economia e celeridade na máquina administrativa, efetuando a redistribuição dos cargos de maneira mais eficiente, para um eficaz funcionamento de cada órgão da estrutura administrativa”. Ora, que economia pode ser feita dobrando o número de cargos? Soube que já não espaço para acomodar os atuais. Em alguns órgãos a presença de CCs impede que os efetivos produzam mais por falta de condições (mesas, computadores). Não tem espaço físico para acomodar toda essa gente. E fica mais claro que é gozação e parágrafo final:“Ao exposto e na certeza de contar com o apoio de Vossas Excelências para aprovação da inclusa propositura (…) Atenciosamente Silvio Magalhães Barros II – Prefeito Municipal.”
Como falar em apoio à propositura, se já se sabia que os onze da turma do amém só tinha a alternativa de aprovar ou aprovar? Sobre a assinatura do documento seria hilariante não fosse a exigência legal, pois sabemos que quem assinou não fez proposição alguma, apenas deu legalidade ao processo. Quem fez tudo do RB. Ele criou secretarias sob medida para determinadas pessoas.
PS: Para não ser injusto com os vereadores do amém, eles exigiram cargos para que todos os assessores dos que não foram reeleitos não ficassem desamparados. Ricardo foi obrigado a fazer uma alteração para criar mais 35 para atendê-los.
Akino Maringá, colaborador

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