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Movido pelo MP

Li no blog do Messias e reproduzo: “A produção de leis na atual legislatura da Câmara Municipal de Maringá sofreu uma queda de 19% em comparação às duas legislaturas anteriores”, informa O Diário, em manchete. Pior, ao meu ver, foi a queda de qualidade do trabalho e o comprometimento quase zero da maioria dos vereadores com os interesses maiores da cidade. Guiada pela bancada majoritária, que se convencionou chamar de Amém F.C. esta legislatura aprovou coisas absurdas e se omitiu em ações deletérias do Poder Executivo Municipal, principalmente no que diz respeito à política de ocupação do solo urbano. Houve celebração toda vez que o presidente Mário Hossokawa propagandeou a devolução de dinheiro do Legislativo para os cofres da prefeitura. A cidade, comandada por setores organizados, casos da Acim , OAB, SER, Observatório Social, etc, fez coro à luta contra a elevação do número de cadeiras na Câmara e à redução de salários dos vereadores. Mas isso não produzia nenhum dano ao futuro de Maringá. Dano produziu aquela audiência pública mandrake de dezembro de 2009, que permitiu a expansão ilegal do perímetro urbano; ruim para o futuro da cidade foi esta recente Conferência Pública realizada no Plenário da Câmara e tão contestada por especialistas.”
Meu comentário: Grande parte da economia da Câmara, com o corte de comissionados foi por determinação do Ministério Público. O presidente Hossokawa foi movido pelo MP, e pelo temor de sofrer ações de improbidade, todas as vezes que propôs cortes. Quando ouço alguns, como o líder, falando disso, penso: caras de pau, contam com a desinformação e memória curta da maioria dos eleitores.
Akino Maringá, colaborador

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