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Para não ser enganado

Assim que começou a ser conhecido o tamanho do custo da gestão Pupin, a assessoria de Ricardo Barros tentou reduzir o estrago da empreitada, que mobilizou até entidades condominiais, como a Acim e a SER. Mas desmentir como, se não tem como rebater números? A tarefa conta com a ajuda da mídia amiga, falta de interesse de investigar da imprensa e uma boa dose de dissimulação.
Basta clicar aqui e ler a lei da nova estrutura administrativa (e aqui, a alteração realizada em seguida), feita por Ricardo especialmente para Pupin acomodar os apaniguados e apadrinhados que o apoiaram no segundo turno, e que só em termos partidários representam 18 siglas. Serão 515 cargos comissionados, 32 deles criados depois que a Turma do Amém, contam os corredores da Câmara de Maringá, chiou.Os CCs ganharam novos nomes – como  DAS, DAS 1, CAS, CAS 1, CCS, GAS, além do tal subsídio, nome dos proventos dos secretários -, mas continuam sendo cargos comissionados. Pupin, o Perón da Província, vai começar seu (curto) mandato elevando gastos com a cecezada, e superando seus mestres.
PS – O estrago seria maior, porque Ricardo Barros queria abrir para a direção de escolas e creches o mesmo critério dos postinhos de saúde, ou seja, colocar CCs que não precisavam ser servidores municipais de carreira, o que permitiria acomodar na folha de pagamento do município todos os que “voluntariamente” apoiaram a candidatura do vice-prefeito. Uma pequena luz impediu que o avanço sobre o erário fosse menor.

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