Confesso que cheguei apostar fichas no Tenente Edson, Capitão Ideval, Luciano Brito e Adilson do Bar, mas para minha decepção eles se equipararam a Heine, Saboia, Soni e Luiz do Postinho. Capitularam diante dos argumentos convincentes de RB, formando a nova Turma do Amém, ou melhor, apenas substituíram os citados, juntando-se a Bravin, Flávio Vicente, Jones Dark, Luiz Pereira, Chico Caiana e Márcia Socrepa, capitaneados por Ulisses Maia. Tinha esperança de Edson, Ideval e Luciano, pelo menos fossem diferentes, parece que não o são. Talvez paguem um preço alto no futuro, por terem se aliado ao que de pior existe na política maringaense, a política o clientelismo, da não preocupação com dinheiro público, das negociatas. Menos mal que o escolhido para presidente seja Ulisses Maia, pelo menos entende do cargo e é o único que pode argumentar contra os prováveis ‘malfeitos’ que serão propostos, se forem ‘mal feitos demais’. Espero estar enganado. Resta saber se Edson, Ideval e Luciano, pelo menos, não se deixem corromper por cargos na mesa, cujo preço será muito alto.
Lembrem-se que o prefeito vai mudar e Ricardo Barros perderá todo o poder. Não confiem nesta promessa de que haverá nova eleição e RB apoiaria Batista ou Quinteiro, quem estiver melhor. Ele sabe que o prefeito será Enio Verri. A não ser que esteja acreditando piamente nos conhecimentos jurídicos do seu secretário de Comunicação.
Akino Maringá, colaborador