Pau mandado: ser ou estar?
Li no blog do Messias Mendes e reproduzo: “Um amigo de Roberto Pupin disse estar estranhando a passividade do prefeito ante a manipulação de Ricardo Barros na composição da equipe. RB manda prender e manda soltar, determina criação de secretarias, de cargos, indica nomes, diz quem vai pra onde e que secretaria vai pra quem. A avaliação desse amigo é de que Pupin está, temporariamente, refém das circunstâncias. Mas só temporariamente. Devido ao fato do mandato ainda estar sub judice ele estaria fragilizado, dependendo de Ricardo e suas ações junto ao TSE em Brasília. Caso vença a parada na esfera judicial, aí sim, Pupin será prefeito de fato e de direito. Sua submissão ao condomínio acabaria e
o chute no pau da barraca seria tão certo quanto 2 e 2 é 22. Cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral Pupin iria pra casa cuidar dos seus negócios e esquecer que um dia foi político. Liberado, tomaria as rédeas do poder local e mudaria tudo, sairia de vez da sombra do capo. Há quem diga, e é muita gente que diz isso, “Pupin não é pau mandado, está pau mandado”. Que não nos ouça (ou leia) o espírito de Ortega y Gasset, mas o fato concreto é que Pupin é ele e suas circunstâncias.”
Meu comentário (Akino): Com o Messias sempre aprendemos muito e conheci agora do Ortega (José Ortega y Gasset (Madrid, 9 de maio de 1883 — Madrid, 18 de outubro de 1955) foi um filósofo espanhol. Também atuou como ativista político e como jornalista.[1]Famosa frase: “Debaixo de toda vida contemporânea se encontra latente uma injustiça). Também estou desconhecendo o Pupin de hoje, portanto como verdadeiro pau mandado de Ricardo, até aqui. Acho que ele está refém por causa da indefinição do TSE, e caso passe, pode continuar refém da Câmara (Ricardo). Qualquer tentativa de chutar o pau da barraca pode lhe custar a cassação do mandato pelo onze vereadores do ‘novo amém’. Seria presa fácil de uma armação. Resta saber se pagaria para ver. Prefiro acreditar que ele apenas está pau mandado.
Akino Maringá, colaborador
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