Vamos analisar as atribuições (competências) desses dois monstros administrativos criados por Ricardo Barros, primeiro para acomodar gente sua em Curitiba e Brasília, de segundo, provavelmente, para fazer negócios, mas colocando toda a responsabilidade nas costas de Pupin, uma vez que tais órgãos são vinculados ao Gapre. Pupin terá que fiscalizar se os comissionados estão trabalhando, se virar para pagar as contas, logicamente às custas do contribuinte maringaense. São nove atribuições para os dois escritórios de representação de Maringá em Curitiba e Brasília, as mesmas para os dois, só mudando as expressões “Governo Estadual” para “Governo Federal”, no caso do de Brasília: I – a execução da política organizacional de relações com o Governo Estadual, visando a implementação de projetos para obtenção de recursos; II- a montagem dos processos necessários ao encaminhamento dos projetos elaborados pelos diversos órgãos do Município perante o Governo Estadual (Federal no caso de Brasília, observação minha). Analisando as atribuições da Serei – Secretaria de Relações Interinstitucionais -, no item III consta: a montagem dos processos necessários ao encaminhamento dos projetos elaborados pelos diversos órgãos do Município junto aos órgãos locais dos governos Estadual e Federal.
Notem que o texto da competência só não foi repetido na íntegra, porque no caso dos Escritórios de Curitiba e Brasília, consta: “perante o Governo Estadual (Federal) e na Serei: junto aos órgãos locais dos Governos Estadual e Federal. Não é a mesma coisa?
Gostaria que o Secretário de Comunicação explicasse, como pode a Serei, que já existe e é desnecessária, ter a mesma atribuição desses órgãos que se pretende instalar nas capitais. Vamos analisar em outra postagem outros pontos que derrubam as justificativas para a criação, repito, desses monstros administrativos. Uma coisa ou outra. Ou não instalam ou acabam com a Serei. Isto para dizer o mínimo. Por favor dona Luíza, aconselhe o Pupin a não cair nesta cilada. O MP certamente abrirá um processo, pois é escandalosa a intenção de acomodar apaniguados.
Akino Maringá, colaborador