Vejam comentário de leitor ligado à administração Barros/Pupin: “Akino muitas vezes fiz criticas a vc, mas cada dia que passa com a atual admistraçao eu fico indignado. Tenho conversados com pessoas que fizeram parte da admistração anterior esta que ficou ate o final do ano foram dispensados sem maior respeito pelos serviços prestados vc me diriam que foram pagos ate concordo mas são pessoas que sempre estiveram na frente durante a campanha junto com Jonh Crispim Grilo e tantos outros” (sic).
Meu comentário: Há quem me considere de oposição e raivosa. Na verdade sou oposição a tudo que há de errado e que vem em detrimento do contribuinte. Entendo a posição do leitor, que está ficando de fora (talvez seja um CC), mas é preciso compreender que os compromissos de Ricardo foram muitos e, por mais que aumentasse o número de CCs, não terá lugar para todos. Vejam o caso de advogados, não há vagas para todos e gente fiel pode ficar de fora. Claro que quem tem parente influente na imprensa terá prioridade, afinal eles precisam de quem os defenda, mas gente boa que atuou nos oito anos das duas últimas administração de Ricardo ficará de fora. Na comunicação, por exemplo, muitos queriam estar no lugar de Ravagnani, mas só tem uma vaga. Fazer o quê? O consolo para os que ficarem de fora é que quem entrar vai ficar pouco tempo. Não me considero da oposição raivosa (acho que não existe), mas que tem muita gente da situação ressentida, não tenho dúvidas.
PS: Este texto é de responsabilidade deste colaborador. Eu sou eu, o Rigon é o Rigon. Há quem não acredite.
Akino Maringá, colaborador