O ex-prefeito Silvio Barros II (PP), que deixou a Prefeitura de Maringá como o administrador que mais foi processado e condenado por improbidade administrativa, foi denunciado pelo Ministério Público Estadual e penalizado pelo Judiciário por colocar em disfunção pessoas nomeadas em cargos comissionados. Seu sucessor, Carlos Roberto Pupin (PP), incorre no mesmo erro, dado o aumento exagerado – praticamente irresponsável – no número de CCs. Os casos de disfunção brotam a cada publicação de decreto nomeando ocupando dos 515 cargos dados (modo de dizer, pois são pagos pelo dinheiro do contribuinte maringaense) em troca de apoio recebido por 18 partidos no segundo turno. Basta o MP verificar.