A caneta de Carlos Roberto Pupin (PP) começa a pegar fogo. Depois de fechar janeiro com 258 cargos comissionados nomeados, ele passou a nomear os (absurdos) 257 restantes da nova estrutura de 515 CCs que criou junto com os fratelli Barros, para contemplar com dinheiro público os 18 partidos que o apoiaram no segundo turno. Entre as novas nomeações estão as de Daniele Nunes Francischini e Noely dos Santos lima, diretoras de unidade e serviços de saúde (Secretaria de Saúde); Milene Harumi Tomoike, diretora de Unidade de Proteção Social (Sasc); Misael Marcolino Gomes, gerente de Segurança Patrimonial (Setrans); Arnaldo Alberto de Moraes Filho, gerente de Indústria, Comércio e Serviços (Secretaria de Desenvolvimento Econômico); Roberto Aparecido Peres, gerente administrativo (Sede); Edilaine Costa Coutinho, assessor IV (Seplan); João Moreno Bevilaqua, assessor IV (Semat); Guilherme Bordim Catani, assessor IV (Seplan); Camila Ota de Freitas, assessor IV (Sede); Willian Porfírio Ribeiro, gerente administrativo (Seac); Anderson Ferreira Sampaio, assessor IV (Seac); Rogério Malheiros Guedes, assessor II (Semop); Rosimeire Santana Oliveira da Costa, assessor III (Semulher); Caroline da Silva Santos, assessor III (Seplan); Antonio Rioji Assakawa, assessor IV (Sesp); Maria Lúcia Mundo, assessor II (Seplan); Sueli Batista dos Santos, assessor IV (Semusp); Jaysla Xristyne Rizzo Perin, assessor III (Sema); e Marcela Rossini, assessor IV (Semulher).