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Como saber se uma secretaria é desnecessária?

Imaginemos que o prefeito Pupin fosse possuído pelo espírito da probidade administrativa e resolvesse mandar na administração, fazendo o que qualquer prefeito preparado e bem intencionado deveria fazer em matéria de número de secretarias e cargos comissionados. Que sua primeira providência fosse acabar com secretárias desnecessárias. Que começasse pela Secretaria de Comunicação Social. Digamos que resolvesse que a partir de agora só teria um assessor de imprensa (poderia ser o Paulo Vergueiro, como salário atual), e este contaria com dois estagiários do curso de jornalismo. O contribuinte ficaria sem informações? As ações do município são seriam publicadas na imprensa? Prefeito e secretários deixaria de dar ‘entrevistas’ ao Pinga Fogo, O Diário e outros órgãos? A Meta Propaganda deixaria de cumprir o seu papel de preparação de campanhas de propaganda?
O leitor com o mínimo de inteligência responderá que nada se alterará do quadro atual. Logo, com todo o respeito que merece a maioria dos profissionais que estão nomeados na Secretaria de Comunicação Social, esta é totalmente desnecessária. Não traz qualquer benefício para o contribuinte. Este é só um exemplo. Há muitas outras secretarias que são totalmente desnecessárias. Basta analisar um exercício de raciocínio.
PS: Para não dizer que não toquei no assunto. O mesmo vale para secretarias dos governos estaduais e ministérios do governo federal. Dos 39, se fossem extintos uns 20, não fariam a menor falta. São cabides criados para saciar a fome de ‘aliados’, como PMDB, PP e outros, o que não tira a a culpa do governo do PT. Precisamos acabar com isso, começando pelos municípios.
Akino Maringá, colaborador

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