A Câmara de Maringá tem um quadro de 9 zeladores (as), com 8 vagas preenchidas (posição em 28/1/13). Aparentemente é muita gente, pois se fosse uma empresa privada não teria mais que dois, esticando muito, três. O bom senso administrativo manda que sejam concedidas férias mensalmente para um zelador, ou seja, ficariam 7 atuando durante 8 meses, pelo menos. Pois em janeiro, 6 zeladores (as) fizeram horas extras. Foram respectivamente 25 horas (R$ 420,86;139). A segunda, pasmem, fez 139 horas extras, recebendo só de extras R$ 2.340,00. Para outra zeladora foram 41,50 horas (R$ 698,63). A quarta zeladora recebeu por 20,50, R$ 1778,87. Para o quinto foram 82,50, no valor de R$ 684,02. A sexta zeladora teria feito 100,50, e recebido R$ 833,26. Vejam que estamos falando só do horas extras que teriam sido feitas em janeiro/2013 e pagas em fevereiro, por zeladores (as) da Câmara de Maringá. A carga horária média desses servidores, se consideradas as 6 diárias (acho que está errado, deveria ser de pelo menos 7 com são no Executivo), daria em média 144 mensal, ou 864 para os seis zeladores (as). Foram pagas 535,50 extras. Como explicar? Alguma coisa está errada. A controladoria precisa ser acionada. O presidente Ulisses precisa tomar uma posição. Desde quando isto vem acontecendo?
Ao que parece em toda gestão Hossokawa e agora aumentou. O que acha, Ton Schiavone? Isto seria uma bandalheira como disse? Milton Ravagnani, quando não era companheiro de trabalho de Hossokawa, tocou de leve no assunto.
Akino Maringá, colaborador