Reflexões de uma Sexta-feira Santa

Nesta Sexta-feira Santa, dia em que nós cristãos e católicos devemos refletir sobre nossos atos, ações, sobre o que estamos fazendo para justificar e merecermos o título de seguidores dos ensinamentos de Cristo. De minha parte procuro fazer o melhor, mas como humano sou falível, posso errar. Há cerca de 12 anos decidi que faria algo de útil na política, mesmo sem mandato eletivo. Foi logo após o estouro do escandâlo Gianoto/Paulich. Seria um fiscal implacável do Executivo e do Legislativo, principalmente ‘aqui no Maringá’, como dizem os mais velhos de origem japonesa.
Muito já foi feito e, graças à parceria com o Rigon, evitamos desperdícios de dinheiro público, na Câmara de no Executivo. A redução de 83 para os atuais 06 comissionados no Gabinete do Presidente tev participação significativa deste trabalho conjunto, que envolve este colaborador, o Rigon, o MP, alguns vereadores, e setores da sociedade, até o Observatório Social. Não foi de toda ruim a gestão Hossokawa (a anterior foi um desastre), avançamos muito, mas ele ainda era preso a fortes compromissos, ao que parece, com setores fortes dos servidores efetivos e nossas denuncias de algo havia de errado no pagamento de horas extras, e gratificações por participação nas comissões de licitações e recebimentos, teve pouco eco. Na gestão Ulisses tem sido diferente. Talvez seguindo o exemplo de Valdir Rossoni na Assembleia Legislativa, ele parece com coragem suficiente para corrigir erros que vêm de longa data. A parceria com o MP, do qual destacamos o Dr. Cruz, o nome mais conhecido, mas que tem um trabalho efetivo de outros promotores, é a prova de Ulisses está no caminho certo. Sua disposição para a transparência é algo elogiável. Até aqui atendeu todos os nossos pedidos de divulgação de informações no site. Ainda falta a divulgação da folha de pagamento (pode ser sem os nomes dos servidores), como faz Londrina, mas temos certeza de logo o fará.
Akino Maringá, colaborador