Não é uma supercâmera

Observando o sagrado direito de defesa, reproduzimos o comentário: “Ao Akino “colaborador” e aos anonimos; Meu nome é Marcos Antonio de Oliveira, sou fotógrafo contratado pela Câmara a dois a dois anos, por concurso público, e convido vcs a fazer uma visita a Câmara para conhecer as “várias” cameras fotógraficas que existem lá… só pode criticar quem conhece, e tenho certeza que o Akino e o anonimo 19:29 não conhecem quais os equipamentos disponíveis. Durante o ano passado, por várias vezes a antiga máquina esteve no conserto e tive de usar meu equipamento particular para poder registrar as sessões. Me admira vc Rigon, um jornalista conhecedor de valores fazer um post desse, qual a sua intenção. Vc sabe que não é uma “supercâmera”, mas um equipamento muito bom (câmera+flash+objetivas+cartões memória). Novamente me coloco a disposição para os esclarecimentos e desde já agradeço a todos que acompanham meu trabalho diário e conhecem meus valores e as dificuldades que superei neste dois anos de casa. Agradeço primeiramente a Deus e agradeço a todos na Câmara Municipal que acreditam em meu trabalho e me deram crédito na aquisição deste equipamento. Uma Feliz Páscoa a todos.”
Meu comentário: Meu caro Marcos, só não entendi sua revolta, me colocando como colaborador entre aspas. Sou sim um colaborador e neste caso colaborei para o esclarecimento. Estou convencido que o preço está correto, que o você precisava do equipamento, embora fique uma desconfiança quanto ao real necessidade da Cãmara ter um fotógrafo em tempo integral. Poderia nos dizer que é o seu dia de trabalho? Fotografa seis horas por dia? Ou só as sessões? Se só as sessões, para que servem esssas fotografias? Espero que seja mais compreensivo com quem paga a conta, como contribuinte que somos. Se eu fosse Presidente, tercerizaria os serviços, só contratando um fotógrafo em ocasiões especiais. Você não tem culpa, mas não pode ficar ‘nervoso’, com nossos questionamentos.
Akino Maringá, colaborador