Ontem prometi não mais falar sobre o caso Pupin, mas confesso que balancei diante de tantos apelos para continuar. Fui dormir pensando no que havia prometido e sonhei, sonhei mesmo, conversando com o ministro Marco Aurélio de Mello. Estávamos numa festa, um churrasco, num lugar que não ficou claro. O ministro ali não era o ministro, era o Marco Aurélio e conversamos descontraidamente. Lembrei-lhe do seu voto no caso Simões, principalmente daquela fala onde disse que a substituição foi por motivo de saúde, não para usar a máquina e facilitar a eleição. Disse-lhe que foi isto que, em Maringá, exatamente isto que aconteceu, em 2012. Falei da influência de Ricardo Barros e Marco Aurélio lembrou dele e começou contar-me uma história, envolvendo o capo. Neste momento acordei com a sensação que a conversa foi real e que o ministro poderia rever o seu voto.
Desculpem-me, só hoje falo do assunto, mas confesso que é forte demais. É muito importante para o futuro de Maringá.
Akino Maringá, colaborador