Joana d’Arc, por vezes chamada de donzela de Orléans, era filha de Jacques d’Arc e Isabelle Romée e é a santa padroeira da França e foi uma heroína da Guerra dos Cem Anos, durante a qual tomou partido pelos Armagnacs, na longa luta contra os borguinhões e seus aliados ingleses. Descendente de camponeses, gente modesta e analfabeta, foi uma mártir francesa canonizada em 1920, quase cinco séculos depois de ter sido queimada viva. Segundo a escritora Irène Kuhn, Joana d’Arc foi esquecida pela história até o século XIX, conhecido como o século do nacionalismo (…). A igreja ao Papa Pio X sua beatificação, realizada em 1909, num período dominado pela exaltação da nação e ao ódio ao estrangeiro, principalmente Inglaterra e Alemanha. O gesto do Papa inspirou-se no desejo de fazer a Igreja de França entrar em mais perfeito acordo com os dirigentes anticlericais da III República, mas só com a Primeira Guerra Mundial de 1914 a 1918, Joana deixa de ser uma heroína da Direita. (fonte Wikipédia)
Provavelmente o nome do vereador Jones Dark seja uma homenagem a Joana, que deve estar muito triste que a postura que ele tem adotado na Câmara, como um cego seguidor das ordens de Ricardo Barros, esquecendo o povo sofrido que o elegeu para ser representante. Acorde vereador, ainda há tempo. Se continuar assim será queimado vivo, também, por falta de votos na próxima eleição. Esses caras vão meter o pé, não na lata, mas na parte traseira do seu corpo, assim que não lhes interessar mais os seus ‘serviços’. Não se iluda. Não se julgue esperto por conseguir um programa na Band.
Akino Maringá, colaborador