Sobre algo que prometi não escrever
A respeito da postagem abaixo, do Akino Maringá, e o covarde referido (o tal colunista nunca cita a pessoa que agride), farei seu jogo e, sem citar seu nome, espero encerrar esse episódio por aqui – mas preservando seus patrões, um dos quais entrou em contato comigo ontem à noite: o sujeito não é apenas homofóbico, tem uma fixação doentia, pois me persegue há anos. Chegou a assinar um acordo judicial, quando lhe movi um processo, mas nunca cumpriu o escrito; preferi esquecer o fato e ignorá-lo, o que, por sinal, pretendo continuar a fazer depois deste desabafo. Quando terminei um relacionamento, ele escreveu e falou (sempre de forma covarde) que eu não tinha família; quando me casei, entrou em crise, até se armou para me matar, ameaça que fez inclusive ao finado cartunista Lukas. Há uma série de outras bobagens, futricas e ameaças, frutos de pura inveja, protagonizadas pela mesma figura, que prometi esquecer. É o mesmo que abriu espaço para que eu fosse agredido quando ameaçou parar de escrever, jogando a culpa em mim; ele, que dizia que blogueiro era bandido, virou blogueiro. Agora ele insinua, com o aval do veículo em que trabalha, que sou homossexual, como se minha sexualidade fosse fundamental para sua existência. Talvez o Luiz Modesto possa explicar para a personagem em questão o que essa fixação significa; eu imagino. Agora, desabafo feito, voltemos à nossa programação normal.
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