Secretário foi duro com o ministro
Muitos não entenderam até agora porque o ministro Dias Tófolli se deu por impedido de proferir o voto vista no caso Pupin. Talvez posições como a do secretário Milton Ravagnani que assim postou em seu blog, no dia do pedido de vista: “Ao perceber que nenhum dos pares divergira do voto do relator, ministro Marco Aurélio, o ministro Dias Tófoli, ex-advogado do PT e de José Dirceu e indicado de lula ao STF, pediu vistas no julgamento no caso de Roberto Pupin no TSE. Vai tentar, agora, construir um voto divergente que convença algum dos ministros restantes a ir contra o voto do relator.(…)” (sic).
Meu comentário (Akino): O que pensa do secretário sobre o ministro? Que ele estava ali, não para julgar, mas trabalhando pela vitória do recurso da coligação Maringá de toda nossa gente? Seria na visão de Ravagnani um advogado infiltrado? Analisemos bem o texto, foi duro e desmoraliza o TSE. Para não dar margem a dúvidas, ou afirmações, como essas, Dias Tófolli preferiu, depois de pressionado ainda mais nos bastidores, se dar por impedido. Será que Ravagani pediria desculpas, como fez Paulo Vergueiro ao Mariucci, ou continua com a mesma opinião?
Akino Maringá, colaborador
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