Pupin quis litigância de má-fé para jornalista que sequer era parte em processo

Em setembro do ano passado a coligação Maringá de toda a nossa gente ingressou com ação de investigação judicial eleitoral, alegando abuso do poder econômico do candidato da coligação A mudança continua. Em 13 de junho, o juiz Devanir Manchini, da 66ª Zona Eleitoral, entendeu que não foi comprovada a ocorrência de uso indevido, desvio ou abuso do poder econômico ou do poder de autoridade, ou utilização indevida de veículos ou meios de comunicação social por parte da administração anterior. Os autores alegaram principalmente o uso da máquina pública na campanha do ex-vice-prefeito, como a entrega do kit escolar, o convite para a convenção do PP via e-mail funcional (da prefeitura), a publicação de revista de luxo, e uso irregular do auditório do Cesumar.
Os advogados de Carlos Roberto Pupin (PP) solicitaram então que o juiz condenasse, por litigância de má-fé, a coligação Maringá de toda a nossa gente e o jornalista Ângelo Rigon, que toca este modesto blog. Manchini, em decisão do último dia 28, negou a pretensão, primeiro por entender que a coligação não agiu de forma temerária ou com manifesta má-fé. Em relação ao blogueiro, citou que “este nem mesmo é parte nos presentes autos, não havendo que se falar em litigância de má-fé praticada por ele, já que sequer litigou no feito”. Pois é, e eles não gostam de amadores…