Dando um migué
Migué é uma gíria que demonstra forma evasiva de lidar com situações adversas, em que o desinteressado, por qualquer razão que o seja, procura escapar de suas responsabilidades.Justificativa descabida, às vezes de conotação sarcástica. Pronuncia-se “dar um migué” ou “dar uma de migué”. Trata-se de estar mentindo, ou estar de malandragem para obter vantagens sobre diferentes situações, de qualquer natureza; seja de caráter pessoal, profissional, familiar, etc. (fonte wikipédia)
Pois temos um amigo que se apresenta como M1gu3l, que não gostou dos últimos comentários. Analisemos alguns trechos do que comentou o fato de ter escrito que: “Dizem que o Akino é gay’: ‘Viu como é chato? Alguém lançar um boato e você ter que se defender?… A tática é a mesma… isso é muito usado por jornalistas que eu repudio, como alguns que vivem azucrinando a vida do próprio Zé… eu estudei jornalismo e sei como é…“Alguém disse”… “dizem por aí”… é muito comum essas expressões para dizerem que não é ele que está falando mas, que o zum-zum-zum está correndo solto… foi o que utilizei… será? Quem disse? Qual o interesse em se lançar isso aos ventos? A quem interessa? …Será que o desmentido surtirá o mesmo efeito que o mentido? … Fará o contraponto no zero a zero? … Fiquei chateado, é verdade, pois não existe nenhum acerto, conchavo, conforme afirma meu deputado e futuro prefeito Ênio Verri… Nessa fase processual (e nem em nenhuma outra) não tem como acertar com ministros qualquer coisa (salvo os 6 milhões não explicados e nem desmentidos) … é simplesmente aguardar o julgamento que depende do Juiz (o ministro) colocar em pauta… em direito civil, temos o instituto do acordo previsto no art. 269, Inc. III do CPC … as partes transigiram … mas em matéria de direito público, isso não existe…Gosto muito de suas participações, comento, dou pitaco, dicas, entre outras… mas acho que essa … mas, vamos em frente… aguardar o julgamento… ainda…Abraços e desculpe-me o comentário… também se for não me diz respeito… é uma questão de foro íntimo como afirma… só utilizei desse subterfúgio para provar a tese dos boatos … e, em tempo, você não desmentiu o alegado … tergiversou a respeito do assunto … será? …
Meu comentário (Akino): Não sou gay, poderia não responder, mas em respeito às minhas namoradas, e já que surgiu esta desconfiança do meu amigo, que estariam comentando, lutarei para provar. Claro Miguel, que estou sendo irônico para dizer que você foi infeliz na comparação. Talvez se tivesse dito que sou corrupto, ladrão, traficante, algo assim, ficaria melhor, pois seria efetivamente ofensivo. Chamar alguém de gay pode não significar nada, mas pode ser homofobia. Acho foi infeliz no subterfúgio. Quanto a tergiversar, você não respondeu o que acha, ou se sabe das razões do ministro Dias Tófolli ter, depois de ficar 60 dias com o processo, se declarar impedido. Já ouvi dizer, por parte de petistas, que …( não posso dizer, pois pode gerar processo). Foi pressão de Ricardo Barros?
PS: O título é só uma homenagem ao seu nome.
Akino Maringá, colaborador
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