Há uma expectativa no Paraná: quem se manifestará primeiro sobre as denúncias de que o governador Beto Richa (PSDB) seu secretário de Indústria e Comércio, Ricardo barros (PP), e o prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), podem ter caído no já chamado “golpe do avião de rosca”? Interessante que os três não podem ser chamados de bobos, pelo menos nesta área: Richa gosta tanto de voar que usou aparelho do contribuinte paranaense para assistir Brasil x Espanha no Maracanã, no início do mês; Barros, quando prefeito chegava a comprar gasolina de avião com dinheiro da prefeitura para usar nos asas duras dos empresários amigos; e Pupin, nem se diga, é proprietário de aeronove.