Li matéria do competente Fábio Linjardi, um dos bons jornalistas de O Diário, assim como Clovis Agusto Melo, Alan Maschio, Murilo Gatti, e outros tantos, publicada hoje, que diz que o prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), espera assinar em agosto o decreto de desapropriação de terrenos no entorno do Aeroporto Regional Silvio Name Júnior. Entre as áreas estão os 90 mil metros quadrados onde pode ser instalada a fábrica de aviões da empresa suíça Avio International. “Espero assinar isso (a desapropriação) em 15 ou 20 dias”, disse Pupin a O Diário, na tarde de ontem. De acordo com o prefeito, os terrenos que serão desapropriados também servirão para a ampliação da pista do aeroporto para mais de 3 mil metros de extensão – atualmente são 2,1 mil metros -, mais 200 metros em cada ponta.
O prefeito disse não ter novidades sobre a Avio, que pretende produzir até 600 helicópteros e 200 aviões por ano em Maringá. O prazo para que a empresa apresente o plano de negócios termina em setembro. “Agora é só de lá para cá”, disse, referindo-se à espera de manifestação da empresa. No caso do município adquirir o lote, a Avio poderá comprar o terreno com incentivos do Programa de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Prodem), que prevê descontos de até 90% para implantação de plantas industriais e isenção do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) por 10 anos.
Meu comentário (Akino): Quer dizer que até 90% de desconto e isenção de impostos por 10 anos não significa dinheiro público? Conta outra Pupin, não somos otários. Acho que está oferecendo muito, pois o Fiocco disse que não quer nada, que não precisa de incentivos, pelo menos foi o disse o secretário Ravagnani, em postagem ontem.
Akino Maringá, colaborador