Atendimento Ciretran: haja paciência!

detranCaros gestores públicos do Paraná e, de forma especial, aqueles que “dirigem” o órgão de trânsito do Estado, no caso Detran/PR e Ciretrans, e também para conhecimento de todos da ineficiência de alguns serviços públicos obrigatórios. É extremamente revoltante a estrutura de atendimento da Ciretran de Maringá e creio que de outras cidades, não necessariamente pelos funcionários que lá laboram com toda a escassez de recursos, principalmente recursos humanos, mas pela ausência de uma estrutura minimamente sintonizada das atividades burocráticas inerentes ao preparo e viabilização dos processos legais de competência daquele órgão. Calma! Eu explico! Há tempos, talvez anos, que o cidadão que busca um atendimento direto na Ciretran, para minimizar os custos altíssimos dos trâmites processuais de veículos, habilitação, dentre outros, depara com no mínimo uma grande surpresa desagradável, pra não dizer inaceitável.

Trata-se do grande período de tempo de espera e principalmente o fato do “Posto do Banco do Brasil”, que funciona internamente na Ciretran e exclusivamente para recebimento de taxas, multas e impostos do Detran, simplesmente fechar às 14horas, enquanto há “contribuintes-clientes” com senhas, ainda em atendimento no balcão, ou seja, o cidadão trabalhador, que com certeza não tem tempo sobrando e não tem condições ou não quer gastar com despachantes (direito de cada um), não consegue concluir os processos, pois fica exatamente faltando o Pagamento das taxas, obrigando o contribuinte a retornar, para pagar no posto ou comprovar o pagamento em outra agencia, demandando assim tempo importante apenas para devolver o processo. Pior ainda, no meu caso, pude comprovar in loco, pois procurei o posto de atendimento da av. Bento Munhoz e mais uma vez, para minha desagradável surpresa, o processo, mesmo pago, só pode ser devolvido lá no Contorno Sul. Fica ai o desabafo, ou melhor, a sugestão de “Choque de Gestão”, para que resolva este absurdo, fazendo um acordo com o Banco do Brasil, para funcionar até terminar os atendimentos com senhas, além de realizar concurso para selecionar profissionais em número suficiente, que permita um bom atendimento, justificando assim parcialmente, os altos valores pagos, principalmente depois dos aumentos exagerados aplicados nos procedimentos do Detran-PR recentemente. Quem sabe esta sugestão chega aos pensadores e tomadores de decisões. Ficarei, ou melhor, ficaremos no aguardo!
Luiz Gonzaga – Maringá.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.